[Ragnarök] A história por trás do Laboratório - Cobaias: #791 e 256

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Ghost

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[Ragnarök] A história por trás do Laboratório - Cobaias: #791 e 256

Mensagem por Ghost em Seg Dez 19, 2016 9:11 am

Pesquisador Chefe: Dr. Shag Linthol
Pesquisadores Adjuntos: Drª Sophia Asagao, Drª Nayru Sohho

Relatório de experiência número 002-032

Cobaia: #791, Kathryne Keyron; #256, Margaretha Sorin

Objetivo: Estudos comparativos sobre Magia Divina e Magia Arcana. Avaliação da origem de ambas as magias.

Preparativos:

Os usuários de magia são notórios por fazerem coisas que desafiam as leis naturais do mundo, como conjurar meteoros sem destruir cidades inteiras, criar verdadeiras muralhas em segundos apenas com gelo, curar ferimentos letais e até trazer os mortos de volta à vida. Para o avanço do Projeto Guardiões e a hipótese de fazer golens capazes de efetuar magia, será feito esse estudo. Notórios estudiosos foram selecionados para avaliar a possível origem da magia. Kathryne Keyron, Professora de Dragonologia da Universidade Federal de Juno foi uma das sele pois é uma das arcanas mais competentes da República. Para tal, foi obtida permissão com o -----------(Pincel Preto). A outra selecionada foi Margaretha Sorin, uma das Sumo-Sacerdotisas do Templo de Honir, famosa por desenvolver a técnica Martírio para uso dos Sacerdotes. Para os seguintes estudos, foram separados diversos Tubos Hídricos de Estudos, foi separado, à partir de cobaias humanas diversas para estudos que haviam sido cancelados, sangue suficiente para avaliar as teses do Dr. Linthol e da Drª Sohho, a tese da origem sanguínea da magia, conhecida como Taumaturgia. A sala de dissecção, no terceiro piso, foi separada para a tese da Drª Asagao de que os usuários de magia, incluindo ela própria, possuiam fragmentos pequenos do Coração de Ymir. A Sala Hídrica e o laboratório de estudos hematológicos foram reservados como manda o protocolo 31, artigo 3º, parágrafo 8 do protocolo de experiências usando sangue. Para obtenção das cobaias, foram convidadas como pesquisadoras adjuntas do Laboratório de Somatologia as senhoritas Margaretha Sorin, e Kathryne Keyron para um estudo para analisar a origem da magia. A cada uma foi enviado um contrato e o endereço do local. À srta. Keyron foi dito que ela deveria usar sua magia Nevasca na Sumo Sacerdotisa, pois o estudo seria sobre magia divina e precisariam de uma cobaia viva. Na reunião principal sobre a pesquisa, a srta. Keyron, com sorte, conseguiu congelar a srta. Sorin durante a Nevasca, enquanto os pesquisadores Dr. Linthol, Drª Sohho e Drª Asagao estavam com Casacos Anti-Congelantes. Após o fim da Nevasca, o acessor do Dr. Linthol, Long Hi Ming, acertou uma Rajada de Flechas na srta. Keyron, usando Irotebiol a 2,5 g/mL. Após a perda de consciência, ambas foram rapidamente levadas até as celas de contenção de espécimes, mantendo-as longe de seus cetros e constantemente amordaçadas e acorrentadas.

Dia 1:

Para os preparativos do primeiro dia, foi escolhido a avaliação da veracidade da Taumaturgia. Ambas foram levadas a sala onde os tubos estavam e, usando trauma mecânico em região cervical posterior na #256 e Irotebiol a 0,05 g/mL na #791. Após procedimento de entubação, foram feitas escarificações de modo que a pele pudesse se tornar extremamente fina a ponto de passar o "princípio ativo" da magia para o meio externo. Foram feitas em membros superiores (braço, medialmente) e membros inferiores (coxa, anteriormente e posteriormente). Após o enchimento dos Tubos Hídricos com sangue, as cobaias foram despidas pelas Drªs Asagao e Sohho, dado o pudor do Dr. Linthol e imersas em tubos adjacentes. Após 2, 4, 6, 8 e 10 horas foram tiradas amostras de sangue e injetadas intramuscularmente em ratos e em voluntários conseguidos na Favela que assinaram um voto de silêncio sobre o ocorrido. As amostras de 8 horas foram guardadas criogenicamente para uso no dia posterior e as de 10h para exames hematológicos, que serão efetuados no dia 3 da pesquisa. Após a injeção de sangue, nenhum foi capaz de efetuar magia e foram prontamente eliminados por Long Hi Ming com flechadas na fronte. As cobaias despertaram, mas devido à entubação, estavam incapacitadas de efetuar magia. Após a retirada, foi-se utilizado os mesmos procedimentos de sedação e contenção.

Dia 2:

Para o dia 2, as cobaias foram convencidas a colaborar com a oferta de liberdade e reparação dos ferimentos causados no corpo e na mente delas devido aos procedimentos. O sangue de 10h da #791 foi injetado invtravenosamente na #256. Após alguns minutos, a #256 apresentou quadro de dispnéia severa, síncope e púrpura trombocitopência. Com o auxílio da #791, conseguimos salvar a vida da #256. Foi retirada uma amostra de sangue e enviada de emergência ao Dr. Linthol, que estava no laboratório de estudos hematológicos. Foi constatada a ausência de fatores de coagulação I, II, VII e VIII e, devido à clínica apresentada, foi-se diagnosticado Coagulação Intra-Vascular Disseminada. Após estudos com outras amostras de sangue, foi-se descoberto um esquema de rejeição sanguínea em alguns casos, sendo classificados em A, B, AB e 0(zero). Foi feita busca ativa na Favela por espécimes compatíveis com o sangue da #791 e foi trazido apenas um. A #791 era tolerante à amostra de sangue da #256 e não foi capaz de efetuar magia arcana após a injeção intravenosa. O espécime da Favela também não conseguiu, sendo prontamente eliminado por Long Hi Ming. Não foi constatada nenhuma alteração bioquímica nas amostras de 8h.

Dia 3:

No dia de hoje, será avaliado a necessidade de componente verbal para efetuar a magia. Após sedadas e anestesiadas (Adendo: Favor enviar verba extra pois foram as últimas ampolas de sedativos e de anestésicos) de acordo com o procedimento anterior, dada a resistência sobrenatural de #791 aos sedativos, mimetizando inclusive a resistência do #900, foi efetuado um corte longitudinal começando ao nível do ângulo mandibular, se extendendo até o Manúbrio Esternal e, após dissecção e apresentação das cordas vocais, foi feito a extração delas. O local foi cauterizado para que o preparado de Poção Branca 2 L/min não regenerassse as cordas vocais. Após o despertar, não era possível efetuar magia, comprovando que o nome Silêncio para a situação na qual não se pode usar habilidades se faz adequado e preciso. Infelizmente o procedimento do Dr. Linthol inviabilizou a recuperação das cordas vocais de ambas, fato que foi omitdo das cobaias para evitar stress psicológico. As cordas vocais foram analisadas, negando a presença de fragmentos do Coração de Ymir.

Dia 4:

No dia 4, as cobaias foram levadas até uma Mesa de Contenção tipo 3, com algemas de aço de 4 cm de espessura, foi separada também algumas bolsas de tipo AB e tipo 0 de sangue, os tipos sanguíneos de, respectivamente, #791 e #256. Foi reservado à Drª Asagao o direito de testar a própria tese. Devido à falta de sedativos e anestésicos, o procedimento teve de ser feito à frio. As cobaias não suportaram a dor da dissecção e perdendo e recuperando a consciência durante o procedimento. Não foi encontrado nenhum fragmento abaixo do pescoço e, para avaliar a caixa craniana, as cobaias foram sacrificadas na mesa de operação sendo decaptadas. Não foi encontrado nenhum fragmento do Coração de Ymir no encéfalo. Os corpos foram descartados de acordo com o protocolo: no depósito de materiais descartados.

Conclusão:

A origem da magia permanece um mistério, mas sabe-se que o Componente verbal e o componente gestual são essenciais mesmo aos maiores estudiosos de magia. A Taumaturgia e a teoria do Coração de Ymir deverão ser descartadas e procuradas novas teorias. Deverá ser abortada a criação de Guardiões Magos, mantendo-se apenas o padrão Cavaleiro, Soldado e Arqueiro no presente momento.

    Data/hora atual: Sex Jul 28, 2017 7:45 am