quatro horas e vinte minutos

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quatro horas e vinte minutos

Mensagem por Mestre do Jogo em Sab Jul 26, 2014 10:57 pm

Proposta da crônica:

- Uma narrativa livre da fidelidade a regras e sistemas de outro rpgs existentes.
- Jogar com um personagem desenvolvido pelo jogador que não precise estar obrigatoriamente ligado a uma classe/clã, estereótipos ou sistemas de skills e etc. Vocês são seres humanos, mas algo faz de vocês especiais. Ex: (Partes do corpo mecânicas, algum tipo de quimerismo, algum poder mental, precisão impecável ou o que quer que vocês pensem, sujeito a aprovação do grupo e do narrador, claro.)
- Uma ficha mais simples do que as usuais, um sistema de combate prático e sem muitas numerações.
- Ação na maior parte do tempo, deixando todos os personagens do grupo no mesmo nível de combate, mas manter as cenas de interpretação sociais e mentais, mas sem as necessidades de muitas rolagens de dados pra a resolução disso.



Titulo



A história se passará num sistema solar chamado Aether onde o sol está em estágios iniciais de uma supernova (explosão de uma estrela). Os anos foram se passando, e as pessoas foram se esquecendo do perigo...

O planeta de Esleon (similar ao planeta terra) era caracterizado pelo contraste entre suas metrópoles, zonas urbanas extremamente populosas, e as perigosas e pouco exploradas áreas selvagens, repletas dos mais variados animais e monstros.

Uma guerra a 400 anos atrás entre os três únicos planetas do sistema solar culminou, resultando na destruição total dos planetas Jewei e Uslyria,  deixando a poderosa nação de Esleon vitoriosa, porém em ruínas. Suas cidades seguras e aconchegantes tombaram, o mundo estava em destroços, cicatrizes da guerra. Além disso, catástrofes naturais e químicas deixaram muitas regiões inabitáveis. Durante décadas as pessoas dessa nação vagavam sem rumo pelo planeta, incapazes de formar uma nova civilização nas zonas selvagens.

Algum tempo depois, um projeto em desenvolvimento por um grande grupo de cientistas havia sido concluído, fazendo com que alguns asteroides fossem habitados pelas pessoas da civilização decadente, devido a isso grande maioria dos sobreviventes migrou para o espaço. Cada asteroide modificado tornou-se uma província, com suas funções variadas (Alguns voltados a industria, comércio e também os com função residencial: de guetos até asteroides particulares pertencentes aos mais nobres). Os moradores não tem o direito de escolher seu próprio representante político, ao invés disso a rede de asteroides é administrada por um conselho, um grupo formado pelos integrantes mais ricos e influentes da sociedade, onde boa parte desses membros tem sua identidade oculta prezando a segurança própria, outros preferem esbanjar suas posses. O conselho cobra impostos caríssimos, fazendo com que custo de vida nos asteroides seja extremamente alto. Aqueles que pertencem as classes média e alta possuem no geral, uma vida agradável, a sociedade em sua maior parte é consumista e individualista. As classes mais baixas precisam trabalhar duro para garantir sua cidadania e ganhar o básico para a sobrevivência, caso o pagamento dos impostos não esteja em dia elas perdem este direito e são deportadas de volta para o planeta de origem.



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